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Terça-feira, 05 de Maio 2026

Economia

Preços para o Dia das Mães sobem menos que a inflação

Federação alerta para a não uniformidade dos preços e recomenda pesquisa e comparação de condições de pagamento.

Redação
Por Redação
Preços para o Dia das Mães sobem menos que a inflação
© Tomaz Silva/Agência Brasil
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Uma análise recente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) apontou que os artigos tradicionalmente adquiridos para o Dia das Mães apresentaram um acréscimo médio de 2,89% ao longo dos últimos 12 meses. Contudo, essa elevação se mostrou inferior à inflação nacional, que atingiu 4,37%, e também ficou abaixo do índice de 4% registrado no mesmo período do ano anterior.

Para compilar os dados, a instituição examinou um conjunto de 38 produtos frequentemente procurados pelos consumidores durante a celebração desta data especial.

Joias lideram aumentos impulsionadas pelo ouro

Entre os itens pesquisados, as joias registraram a maior variação, com um incremento de 26,81% em 2026, sucedendo uma alta de 32,54% entre 2024 e 2025. A FecomercioSP atribui esse encarecimento à valorização do ouro no cenário global, influenciada por incertezas geopolíticas e disputas comerciais. Prata e bijuterias também acompanharam essa tendência, com um aumento de 10,48%.

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Outras categorias que apresentaram elevações significativas incluem as flores naturais, com um custo 12% superior ao do ano anterior, produtos para cabelo, que subiram 9,74%, e livros não didáticos, com acréscimo de 6,74%.

No setor de vestuário, as sandálias tiveram um aumento de 6,25%, seguidas pelas blusas (3,47%) e vestidos (2,22%). As saias apresentaram a menor variação dentro deste segmento, com 1,7%.

Redução de preços em eletrodomésticos

Em contraste, o segmento de eletrodomésticos e eletrônicos registrou quedas. O ar-condicionado teve a maior redução, de 12,17%, seguido por refrigeradores (8,16%), ventiladores (7,24%) e fogões (6,48%).

A FecomercioSP enfatiza que a "cesta de produtos representa uma média e não um comportamento homogêneo dos preços". Diante disso, a entidade aconselha os consumidores a realizarem pesquisas detalhadas, compararem as diversas opções de pagamento e gerenciarem o orçamento familiar com cautela para prevenir endividamentos.

FONTE/CRÉDITOS: Redação Gazeta do RN
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