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Sexta-feira, 03 de Abril 2026

Saúde

Casos de síndrome respiratória grave diminuem na maior parte do país

A Fundação Oswaldo Cruz alerta que a região Norte do Brasil continua registrando alta de influenza A, contribuindo para o aumento de SRAG em alguns de seus estados.

Redação
Por Redação
Casos de síndrome respiratória grave diminuem na maior parte do país
© Tomaz Silva/Agência Brasil
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Conforme o boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (29), o panorama epidemiológico nacional revela uma redução nos registros de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em grande parte do território brasileiro. Contudo, o vírus influenza A se destaca como a principal exceção, sendo o motor do crescimento dos casos de SRAG em certas localidades da região Norte do Brasil.

Estados como Acre, Amazonas e Roraima têm exibido, nas semanas recentes, uma incidência de SRAG classificada entre níveis de risco e alto risco. Tatiana Portella, pesquisadora à frente do Boletim InfoGripe, ressaltou que a elevação rápida de SRAG nessas regiões, especificamente no Amazonas e no Acre, permanece ligada à propagação do vírus da gripe.

“Frente ao aumento da influenza A em determinados estados nortistas, é crucial que os grupos prioritários da região, incluindo indígenas, idosos e indivíduos com comorbidades, busquem a vacinação contra o vírus o mais breve possível. A imunização contra a influenza, além de ser muito segura, representa a defesa mais eficaz contra quadros severos e fatalidades”, detalhou a pesquisadora.

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Incidência

Analisando as quatro semanas epidemiológicas mais recentes, a predominância entre os casos confirmados apresentou os seguintes percentuais:

  • 20,1% de influenza A;
  • 2,3% de influenza B;
  • 10,7% de vírus sincicial respiratório;
  • 32,6% de rinovírus;
  • 20,4% de Sars-CoV-2 (Covid-19).

No que concerne aos óbitos, a detecção desses mesmos agentes virais entre os casos positivos, no mesmo período analisado, foi de:

  • 28,3% de influenza A;
  • 3,5% de influenza B;
  • 1,8% de vírus sincicial respiratório;
  • 15,9% de rinovírus;
  • 41,6% de Sars-CoV-2 (Covid-19).
FONTE/CRÉDITOS: Redação Gazeta do RN
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