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Segunda-feira, 20 de Abril 2026

Estado

Rio Grande do Norte registrou mais de 200 ocorrências de pessoas desaparecidas em 2023, diz Sesed

Casos são até o fim de abril deste ano, de acordo com a pasta, e representa aumento de cerca de 3% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Pedro Costa
Por Pedro Costa
Rio Grande do Norte registrou mais de 200 ocorrências de pessoas desaparecidas em 2023, diz Sesed
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O Rio Grande do Norte registrou 203 ocorrências de pessoas desaparecidas nos primeiros quatro meses do ano. Os dados foram solicitados pela Inter TV Cabugi e repassados pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) nesta sexta-feira (12).

O número é um pouco maior do que o registrado no mesmo período do ano passando, quando haviam 196 ocorrências de desaparecimento. O aumento foi de cerca de 3%.

Em todo o ano de 2022, segundo a Sesed, 619 foram dadas como desaparecidas. Apenas em Natal, de acordo com a Polícia Civil, foram 243 pessoas - 55 não foram encontradas.

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Os dados do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) apontam ainda que nesses últimos 10 anos cerca de 300 pessoas foram sepultadas sem a família fazer o reconhecimento no Instituito.

Para tentar reduzir esse índice, em 2021 o Itep lançou o projeto "Desaparecidos" para ajudar essas famílias a encontrar parentes que sumiram e possam estar na listagem do órgão.

Nesta semana, o projeto foi estendido com a listagem de corpos não identificados no site do Instituto. Assim, as pessoas podem verificar as informações dos corpos que deram entrada no instituto.

"Pra gente conseguir buscar que mais pessoas consigam descobrir se seus entes queridos estão aqui no Itep pra que a gente possa não sepultar tantos cadáveres sem suas famílias", explicou a chefe do setor dos desaparecidos, Letícia Brito.

A primeira medida a ser tomada após o desaparecimento de alguém é registrar um boletim de ocorrência em uma delegacia. Em seguida, ir ao Itep.

"Depois vir até o Itep, procurar o setor de acolhimento, que vai fazer um questionário com essa família, e depois o setor de acolhimento passa pra gente todo o questionário e toda a documentação", pontuou Letícia Brito.

FONTE/CRÉDITOS: g1.globo.com/rn
Pedro Costa

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Pedro Costa

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