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Quarta-feira, 22 de Abril 2026

Estado

Programa de fomento vai injetar quase R$ 11 milhões em pesquisa e pós-graduação na Ufersa

Iniciativa da Fapern apoia ciência, inovação e fortalecimento acadêmico no semiárido potiguar

Neilla Souza
Por Neilla Souza
Programa de fomento vai injetar quase R$ 11 milhões em pesquisa e pós-graduação na Ufersa
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A Fundação de Amparo e Promoção da Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio Grande do Norte (Fapern) aprovou, por unanimidade, o Programa Semiárido Mais Científico, que tem como objetivo apoiar o desenvolvimento da pós-graduação, pesquisa, extensão e inovação na Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa). O programa contará com um investimento próximo a R$ 11 milhões, provenientes do Fundo Estadual de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Fundet), destinados ao pagamento de bolsas e suporte aos pesquisadores.

A execução do programa será descentralizada, com a coordenação-geral sediada na Fapern, em Natal, e coordenações técnicas no campus sede da Ufersa, em Mossoró. A iniciativa será realizada em duas etapas principais: a seleção de bolsistas para coordenação técnica e apoio, e a implementação dos projetos selecionados para financiamento.

O Semiárido Mais Científico prevê o apoio a mais de 20 projetos de pesquisa e pós-graduação, com cerca de 150 bolsas de iniciação científica, além de fomentar projetos de divulgação científica e inovação tecnológica. Os primeiros editais do programa devem ser lançados já em julho, conforme o cronograma estabelecido.

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Para o reitor da Ufersa, professor Rodrigo Codes, a aprovação do programa representa um avanço significativo para a universidade, principalmente nas áreas de pesquisa e inovação. Ele destaca que o investimento contribuirá para a formação acadêmica, com bolsas para pós-doutorado e apoio técnico em diversos programas de pós-graduação, além de fortalecer a produção científica e a visibilidade institucional da Ufersa.

O diretor-presidente da Fapern, professor Gilton Sampaio, ressaltou que o programa é uma resposta concreta para diminuir as desigualdades regionais, ao investir em ciência e tecnologia onde o interior mais precisa. Ele acredita que a iniciativa será fundamental para o desenvolvimento sustentável e a inclusão social no semiárido potiguar.

A pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação da Ufersa, professora Liana Holanda, acrescentou que o aporte da Fapern será aplicado em projetos que envolvem pesquisa, inovação e comunicação científica nos quatro campi da universidade. Ela enfatizou que o Semiárido Mais Científico representa um marco importante para valorizar o conhecimento e promover a transformação social e econômica no interior do estado, reduzindo as desigualdades regionais.

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