Nesta quinta-feira (2), o ministro Alexandre de Moraes, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a expansão do perímetro de restrição para voos de drones, elevando-o para 1 quilômetro ao redor da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, localizada em Brasília.
A decisão veio em resposta a uma solicitação da Polícia Militar, encarregada da vigilância do imóvel durante os 90 dias em que o ex-mandatário cumpre prisão domiciliar.
Na semana anterior, Moraes já havia estabelecido a proibição de drones num raio de 100 metros da casa, com a prerrogativa de prender qualquer indivíduo que operasse o equipamento.
Durante a manhã de hoje, a corporação militar reiterou o pedido de ampliação da restrição, argumentando a necessidade de reforçar a segurança do perímetro e impedir qualquer tipo de monitoramento não autorizado da propriedade.
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Atendendo à demanda, o magistrado concedeu a autorização para a extensão da área de proibição.
Em sua determinação, Moraes afirmou que a “recomendação do BavOp [Batalhão de Aviação Operacional] pela ampliação do perímetro de restrição para o raio mínimo de 1 quilômetro, compatível com a realidade operacional e com o nível de proteção exigido no caso concreto”, é considerada adequada.
Bolsonaro está cumprindo prisão domiciliar como parte de sua pena definitiva de 27 anos e três meses, imposta após sua condenação na ação penal referente à trama golpista.

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