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Domingo, 03 de Maio 2026

Saúde

Inca e Fiocruz lideram iniciativa para intensificar estudos sobre cigarros eletrônicos

Um levantamento prévio, com 59 pesquisas sobre os efeitos dos dispositivos eletrônicos para fumar na saúde, serve de base para as novas diretrizes.

Redação
Por Redação
Inca e Fiocruz lideram iniciativa para intensificar estudos sobre cigarros eletrônicos
© Joédson Alves/Agência Brasil
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O Instituto Nacional de Câncer (Inca), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e diversas outras entidades científicas estão unindo esforços para elaborar um documento conjunto. Este material visa estabelecer recomendações e diretrizes para aprofundar as investigações sobre os dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), que englobam cigarros eletrônicos, vapes e produtos similares.

A carta será formalmente assinada por figuras proeminentes como Roberto Gil, diretor-geral do Inca, e Patricia Canto, vice-presidente adjunta de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz, além de representantes de instituições de pesquisa e universidades de todo o território nacional.

As discussões em torno dessas diretrizes ocorreram durante o seminário "Construindo uma Agenda de Pesquisa Prioritária sobre Dispositivos Eletrônicos para Fumar para o Brasil", realizado no Rio de Janeiro nos dias 14 e 15 de novembro.

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A iniciativa tem como alicerce um extenso levantamento, conduzido entre 2019 e março de 2025, que mapeou 59 estudos na literatura científica brasileira focados nos impactos dos DEFs.

As pesquisas examinadas abrangem uma vasta gama de temas, desde os prejuízos diretos à saúde humana e dados epidemiológicos sobre a experimentação e o uso desses dispositivos, até análises sobre aspectos regulatórios e de políticas públicas.

O diretor-geral do Inca, Roberto Gil, ressaltou que o seminário simbolizou um esforço colaborativo crucial para identificar as lacunas e estabelecer as prioridades de pesquisa sobre esses artefatos. Ele enfatizou: "Nosso objetivo é fortalecer a base científica que subsidia as políticas públicas e expandir a capacidade de resposta do País diante desse desafio, que representa uma séria ameaça à saúde da população brasileira, especialmente às novas gerações".

Ana Paula Natividade, pesquisadora e coordenadora substituta do Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde (Cetab/Fiocruz), comentou que o encontro visou consolidar o conhecimento existente e delinear novas direções para investigações que possam fortalecer a saúde pública.

Ela acrescentou que "o avanço acelerado desses produtos e das estratégias da indústria do tabaco exige respostas científicas igualmente ágeis e coordenadas".

FONTE/CRÉDITOS: Redação Gazeta do RN
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