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Segunda-feira, 20 de Abril 2026

Estado

Atendimentos pediátricos em unidades de saúde de Natal sobem 56% em março

UPA de Cidade Satélite registra aumento de 117%, e Unidade Mista de Mãe Luiza tem maior crescimento, com 119%, no comparativo com fevereiro.

Marcos Costa
Por Marcos Costa
Atendimentos pediátricos em unidades de saúde de Natal sobem 56% em março
Reprodução/Inter TV Cabugi
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Unidades de pronto-socorro de Natal registraram em março um aumento de 56% no número de atendimentos de urgência em pediatria em relação a fevereiro.

Os dados divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde apontam que foram 10.399 crianças atendidas em março, contra 6.655 em fevereiro. O levantamento considera seis unidades de saúde (conforme tabela abaixo).

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As UPAs de Cidade Satélite, Cidade da Esperança e Pajuçara registraram aumento de 117%, 79% e 114%, respectivamente. O maior crescimento foi na Unidade Mista de Mãe Luiza: 119%.

A única unidade que apresentou redução foi a UPA Potengi: 1.371 atendimentos em fevereiro, e 660 em março.

"A gente tem o impacto maior em relação ao número de atendimentos, mas não tem se refletido no aumento de internação", conta Elizandra Trindade, coordenadora da rede de urgência e emergência de Natal.

Na última segunda-feira (4), houve uma grande procura por atendimento de crianças, a maioria com casos de viroses. A sala de triagem na UPA de Cidade da Esperança estava lotada e a espera foi demorada.

Esse aumento é notado em todos as unidades de pronto-socorro da capital potiguar. Os pediatras explicam que, nessa época do ano, principalmente por causa da volta às aulas, as crianças tendem a contrair virose.

"Todos os anos a gente enfrenta esses aumentos dos números de atendimentos em todos os pronto-atendimentos. Já é esperado isso na pediatria. Modificou um pouco nos anos anteriores por conta da pandemia e do isolamento, em que o vírus não consegue se disseminar de uma forma tão grande como a gente está vendo agora", contou a pediatra Ana Luiza Braga.

As crianças apresentam sintomas como tosse, dor na garganta e febre. A pediatra Ana Luiza Braga reforça que "o ideal é que a procura só acontecesse quando houvesse sinais de gravidade, como uma febre persistente, alta, por mais de três dias; uma criança que não come e não bebe, que está fazendo bem pouquinho xixi; que vomita demais, uma diarreia, ou um cansaço respiratório muito importante. São sinais de que os pais, nestes casos, deveriam procurar o pronto-atendimento".

FONTE/CRÉDITOS: g1.globo.com/rn
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