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Quarta-feira, 06 de Maio 2026

Saúde

Anvisa determina recolhimento de molho de tomate com suspeita de vidro

Suplemento para a visão e produtos da Ervas Brasil também estão na lista de itens retirados do mercado pela agência reguladora.

Redação
Por Redação
Anvisa determina recolhimento de molho de tomate com suspeita de vidro
© Marcelo Camargo/Agência Brasil
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ordenou, na última quarta-feira (7), a retirada do mercado do lote LM283 do molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro. Consequentemente, todas as atividades relacionadas à comercialização, distribuição, importação, publicidade e consumo desse lote específico foram imediatamente suspensas.

Essa decisão foi motivada por um alerta emitido pela rede RASFF (Rapid Alert System for Food and Feed – Sistema de Alerta Rápido para Alimentos e Rações), indicando a presença de fragmentos de vidro no lote do molho de tomate que foi importado para o Brasil.

Suplemento Neovite Visão

Na mesma leva de ações fiscalizatórias, o suplemento alimentar Neovite Visão, destinado à saúde dos olhos e produzido pela BL Indústria Ótica Ltda. (Bausch Lomb), também teve seu recolhimento determinado. Os lotes 25G073, S25C004, S25C003, S25C002 e S25G072 estão com comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e consumo proibidos. A própria empresa havia iniciado o recolhimento voluntário após detectar inconsistências.

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Em comunicado, a Anvisa esclareceu que "os lotes em questão foram produzidos utilizando Capsicum annuum L. (fruto da páprica), um componente não permitido em suplementos alimentares para ser fonte de zeaxantina. Adicionalmente, a concentração de Caramelo IV (caramelo processo sulfito-amônia) nos produtos excede os níveis regulamentares".

Ervas Brasil

Os suplementos Vitamina C Sucupira com Unha de Gato Ervas Brasil e o Suplemento Alimentar Colesterol Ervas Brasil, ambos da Ervas Brasil Indústria Ltda., também foram objeto de uma operação de fiscalização sanitária e tiveram sua apreensão determinada. Esses produtos estão agora impedidos de serem comercializados, distribuídos, fabricados, divulgados e consumidos.

A Anvisa detalhou as razões para a medida, afirmando que "a empresa não possui licença sanitária nem alvará de funcionamento, e empregou ingredientes não permitidos em produtos alimentícios. Ademais, realiza publicidade irregular dos itens, com alegações terapêuticas enganosas, vinculando o consumo a vantagens funcionais e de saúde que carecem de evidências científicas".

FONTE/CRÉDITOS: Redação Gazeta do RN
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