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Quinta-feira, 23 de Abril 2026

Estado

Vendas no comércio varejista do RN caem 1,0% em agosto e não superam valores pré-pandemia

Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE

Manoel Eriberto
Por Manoel Eriberto
Vendas no comércio varejista do RN caem 1,0% em agosto e não superam valores pré-pandemia
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O volume de vendas do comércio varejista do Rio Grande do Norte caiu 1,0% em agosto, em comparação a julho. Esse resultado marca o segundo mês consecutivo de queda no volume de atividade comercial no estado.

Além disso, o volume de vendas do varejo em agosto de 2021 caiu 7,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior. O nível de atividade registrado é menor que o de fevereiro de 2020, último mês livre da influência da pandemia.

Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do IBGE, divulgados na quinta-feira 14.
A pesquisa mostra ainda que a retração do volume de vendas no RN em relação a agosto de 2020 está no mesmo patamar de Alagoas (-7,7%) e Pernambuco (-7,8%), as quedas mais acentuadas do Nordeste. No total, 24 unidades da federação contribuíram para a redução do volume de vendas do Brasil (-4,1%) nesse período.

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Em dezembro de 2020, o índice que mede o nível de atividade do comércio potiguar estava em 94,4%, valor que ainda não foi superado em 2021. No Nordeste, apenas Maranhão e Pernambuco apresentaram desempenho superior ao registrado logo antes do início da pandemia.

Esse índice de volume possibilita a comparação entre o resultado de um mês e a média mensal registrada em 2014, quando o comércio brasileiro atingiu o seu melhor desempenho, segundo a PMC. Dessa forma, quando esse indicador atinge 100%, significa que o nível das atividades do comércio está no mesmo patamar da média mensal de 2014.

Em 2020, depois da queda entre os meses de março e junho, o comércio varejista do RN ficou acima do nível pré-pandemia entre agosto e novembro.
Em relação à média nacional, neste ano, apenas em março o nível de atividade do comércio brasileiro esteve abaixo do registrado em fevereiro de 2020.

Acumulado do ano

De janeiro a agosto, o comércio varejista potiguar acumula 3,5% de crescimento em comparação ao mesmo período do ano passado. Nessa mesma comparação, a média do Brasil (5,1%) é levemente superior.

Em relação ao varejo ampliado do RN registra pior desempenho do Nordeste.

De acordo com a pesquisa, o comércio varejista ampliado do Rio Grande do Norte também teve queda entre julho e agosto, caindo 1,6%, o pior desempenho mensal registrado entre os estados do Nordeste. O maior crescimento foi dos estados do Ceará e Sergipe, de 1,1% em relação a julho.
O varejo ampliado compreende o varejo acrescido das atividades de venda de material de construção e venda de “veículos, motocicletas, partes e peças”.

No acumulado dos últimos 12 meses, os 5,7% do RN representam o menor resultado entre os estados do Nordeste. Essa situação é semelhante à do volume comercial acumulado entre janeiro e agosto de 2021, período no qual Rio Grande do Norte, com 7,3%, e Paraíba, com 8,1%, têm os menores desempenhos da região. O Piauí registra o melhor desempenho em ambas comparações.

Setor de servido do RN cai 0,9% em agosto

O volume de serviços do Rio Grande do Norte caiu 0,9% em agosto. Esse desempenho está abaixo da média nacional (que teve crescimento de 0,5%), mas o volume de serviços prestados ainda é 21,1% maior do que o registrado no mesmo mês de 2020.

O crescimento acumulado do volume de serviços do Rio Grande do Norte em 2021 está em 9,7%, resultado similar à média do Nordeste, mas abaixo da média nacional (11,5%).

Com relação ao valor acumulado de 12 meses, o resultado é positivo pela primeira vez desde o início da pandemia.

Os dados mostram que o indicador do volume de serviços potiguar que mede o acumulado dos últimos 12 meses teve valor positivo pela primeira vez desde março de 2020. Mas ainda assim, esse valor (1,3%) é um dos menores do Nordeste, superando apenas o desempenho de Sergipe (-1,3%), e representando cerca de um quarto da média nacional (5,1%).

FONTE/CRÉDITOS: agorarn.com.br
Manoel Eriberto

Publicado por:

Manoel Eriberto

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