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Domingo, 26 de Abril 2026

Estado

Professores do RN decidem encerrar greve e aceitam proposta de reajuste salarial apresentada pelo governo

Paralisação começou no dia 7 de março e cobrava aplicação do reajuste do piso nacional da categoria.

Pedro Costa
Por Pedro Costa
Professores do RN decidem encerrar greve e aceitam proposta de reajuste salarial apresentada pelo governo
Sinte
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Os professores da rede estadual de educação do Rio Grande do Norte decidiram aceitar a proposta de reajuste salarial apresentada pelo governo do estado e encerrar a greve iniciada há mais de um mês, no dia 7 de março. Segundo o sindicato que representa a categoria, as aulas serão retomadas nesta quinta-feira (13).

Em assembleia realizada na manhã desta quarta-feira (12), a maioria dos professores presentes voltou pela volta ao trabalho. Segundo o sindicato, foram 272 votos contra 181, que queriam manter a greve. Outros 10 se abstiveram.

A coordenadora geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte), afirmou que a entidade vai enviar ofício ao governo comunicando da decisão da assembleia e informando que aceita os termos da última proposta do Estado para quitação do piso.

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A principal demanda da categoria era é a implantação do reajuste de 14,95% no Piso Nacional do Magistério.

  • Aplicação de reajuste de 14,95% em abril (em folha suplementar) para os professores que ganham abaixo do Piso, retroativo a janeiro;
  • Aplicação de 7,21% em maio para todos que já recebem acima do Piso (ativos, aposentados e pensionistas com paridade);
  • Aplicação de 3,69% em novembro; (ativos, aposentados e pensionistas com paridade);
  • Aplicação de 3,49% em dezembro (ativos, aposentados e pensionistas com paridade); e
  • Retroativo quitado em 8 parcelas, entre maio e dezembro de 2024, contemplando ativos, aposentados e pensionistas com paridade

 

Para outro coordenador do Sinte, Bruno Vital, a decisão da categoria foi a mais sensata. Para ele, as reiteradas propostas do governo já haviam sinalizado não haver abertura para propostas diferentes.

Embora o governo já tivesse apresentado a proposta de reajuste, o parcelamento dos valores retroativos em 2024 e a complementação do reajuste para quem ganha acima do piso somente no fim do ano não agradou parte da categoria.

Outras pautas da categoria envolvem a realização de concurso público e o envio à Assembleia Legislativa dos projetos de lei sobre porte das escolas e do ensino em tempo integral.

FONTE/CRÉDITOS: g1.globo.com/rn
Pedro Costa

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Pedro Costa

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