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Domingo, 26 de Abril 2026

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Bombeiros do Rio de Janeiro efetuaram mais de 8 mil resgates marítimos nos primeiros meses de 2024

O volume de ocorrências representa uma redução em comparação ao ano anterior, quando, apenas até o final de fevereiro de 2025, quase 8.500 intervenções foram registradas.

Redação
Por Redação
Bombeiros do Rio de Janeiro efetuaram mais de 8 mil resgates marítimos nos primeiros meses de 2024
© Fernando Frazão/Agência Brasil
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O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) informou neste domingo (26) que, nos primeiros quatro meses do ano, foram contabilizados 8.255 resgates aquáticos em suas áreas de atuação.

Os guarda-vidas da corporação atuaram no salvamento de banhistas que se encontravam em situações de perigo, frequentemente associadas a fortes correntes de retorno e a áreas desaconselhadas para o banho.

Esse total de salvamentos é inferior ao registrado no período correspondente do ano anterior. Em 2025, por exemplo, o CBMERJ havia realizado cerca de 8.500 salvamentos marítimos nas costas fluminenses somente entre janeiro e 22 de fevereiro.

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Diante da persistência de um número considerável de incidentes, o CBMERJ reitera a importância de medidas preventivas e da observância rigorosa das diretrizes de segurança para evitar afogamentos:

  • Respeitar a sinalização nas praias: Evite entrar no mar em locais indicados com bandeira vermelha, que sinaliza perigo.
  • Nadar próximo a postos de guarda-vidas: Prefira sempre áreas monitoradas e consideradas seguras para o banho.
  • Evitar álcool antes de nadar: O consumo de bebidas alcoólicas compromete a capacidade de reação e o discernimento na água.
  • Atenção às correntes de retorno: Esteja ciente dessas correntes que podem arrastar banhistas para o alto-mar.
  • Distância de pedras e costões: Evite nadar perto dessas estruturas, onde a força da correnteza pode causar impactos e acidentes.
  • Não nadar à noite: A visibilidade reduzida dificulta a identificação de ondas fortes, rochas submersas e possíveis animais marinhos.
FONTE/CRÉDITOS: Redação Gazeta do RN
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