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Sábado, 02 de Maio 2026

Polícia

Polícia Civil e Receita Federal fecham laboratório clandestino de canetas emagrecedoras em Natal

Operação conjunta prendeu dois suspeitos e apreendeu frascos de medicamento sem registro da Anvisa em loja disfarçada de comércio de acessórios.

Rállyson Nunes
Por Rállyson Nunes
Polícia Civil e Receita Federal fecham laboratório clandestino de canetas emagrecedoras em Natal
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A Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN), em parceria com a Receita Federal do Brasil, desarticulou na terça-feira (28) um laboratório clandestino de manipulação de medicamentos que operava disfarçado de loja de acessórios para celular, em uma galeria no bairro de Petrópolis, Zona Leste de Natal. A ação foi resultado de uma investigação conjunta que identificou o recebimento de uma encomenda suspeita contendo produtos de origem ilícita.

A carga, monitorada pelas autoridades, foi entregue ao endereço indicado e acompanhada até o momento da abordagem. No local, policiais da Divisão Especializada em Combate ao Crime Organizado (DEICOR) e da Delegacia de Narcóticos (DENARC) encontraram seis sacos plásticos com 56 frascos de Tirzepatida, princípio ativo do medicamento Mounjaro, sem registro na Anvisa e de procedência desconhecida.

Durante a vistoria, foi constatado que o estabelecimento funcionava como um laboratório clandestino, equipado com seringas, frascos vazios, canetas aplicadoras, caixas de isopor e outros materiais de envase e rotulagem, simulando o padrão de produtos farmacêuticos originais. O armazenamento e transporte eram feitos sem qualquer controle sanitário, colocando em risco a saúde pública.

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A operação também apreendeu R$ 46 mil, aparelhos celulares, máquinas de pagamento e documentos em nome de terceiros, além de contratos de locação de veículos. O homem que se apresentou como proprietário foi preso em flagrante pelos crimes de falsificação de produtos medicinais e falsidade ideológica, conforme o artigo 273 do Código Penal.

As investigações continuam para identificar possíveis comparsas e rastrear o destino dos medicamentos ilegais. Na manhã desta quarta-feira (29), uma mulher foi detida sob suspeita de participar do mesmo esquema, atuando na venda e distribuição das substâncias irregulares. A Polícia Civil e a Receita Federal reforçaram o alerta sobre os riscos à saúde causados pela manipulação e comercialização de medicamentos sem registro e procedência legal.

 
 
 
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Rállyson Nunes

Jornalista DRT 2233/RN, Apresentador de Rádio, Comentarista Político, Repórter de TV, Diretor de Empresa Jornalística, Tec. em Hospedagem de Sites, Sistemas e Rotas de DNS e Empresário.

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