Gazeta do RN

Aguarde, carregando...

Sábado, 18 de Abril 2026

Saúde

Médico compara hospital do RN a “praça de guerra” ao postar foto de leitos sem divisórias

Segundo o sindicalista, a cena reflete as dificuldades da saúde pública do Rio Grande do Norte.

Marcos Costa
Por Marcos Costa
Médico compara hospital do RN a “praça de guerra” ao postar foto de leitos sem divisórias
Reprodução/Instagram
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O presidente do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed), Dr. Geraldo Ferreira, postou uma foto do Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, e comparou o cenário a uma “praça de guerra”. Além da superlotação do local, outro detalhe motivou a comparação feita pelo profissional: não existem divisórias entre os leitos para garantir a privacidade dos pacientes internados.

“Não é uma praça de guerra, é um dos hospitais de emergências do nosso Estado, o Hospital Tarcísio Maia, onde, sem divisórias que os resguardem, os pacientes ficam expostos, sem um mínimo de privacidade e respeito à sua dignidade humana”, escreveu o médico em postagem feita nas redes sociais.

O registro foi feito hoje, 16 de outubro. Segundo o sindicalista, a cena reflete as dificuldades da saúde pública do Rio Grande do Norte.

Publicidade

Ele denunciou ainda que no mesmo hospital o tomógrafo continuava quebrado e pacientes precisaram pagar por exames fora do hospital.

"Não é uma praça de guerra, é um dos hospitais de emergências do nosso Estado, o Hospital Tarcísio Maia, onde sem divisórias que os resguardem, os pacientes ficam espostos, sem um mínimo de privacidade e respeito à sua dignidade humana. É um retrato de hoje, 16 de outubro, que reflete as dificuldades da saúde pública do nosso Estado. Como representante de Entidade Médica, a cada visita de fiscalização que fazemos, recebemos das pessoas o pedido de que continuemos cobrando melhorias. Hoje no Tarcísio Maia o tomógrafo continuava quebrado, pacientes nos soresentaram exames que tiveram que pagar fora do hospital, um cirurgião nos denunciou que uma cirurgia abdominal abriu por usar fio inadequado, em razão da falta dos que precisava, havia problemas de abastecimento, os terceirizados da limpeza, maqueiros e nutrição edtavam com salários atrasados e o programa de cirurgias eletivas do Estado estava encaminhando os pacientes de Mossoró para operar em pequenos municípios da região, numa inversão do que seria natural. Onde vamos parar?" publicou o médico Geraldo Ferreira em sua rede social. 

FONTE/CRÉDITOS: www.grandeponto.com.br
Marcos Costa

Publicado por:

Marcos Costa

Lorem Ipsum is simply dummy text of the printing and typesetting industry. Lorem Ipsum has been the industry's standard dummy text ever since the 1500s, when an unknown printer took a galley of type and scrambled it to make a type specimen book.

Saiba Mais

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR