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Sábado, 18 de Abril 2026

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Mais de 76% da população elegível não tomou 2ª dose de reforço da vacina contra a Covid-19 em Pernambuco

Podem tomar a dose pessoas acima de 40 anos, imunossuprimidos e profissionais de saúde.

Marcos Costa
Por Marcos Costa
Mais de 76% da população elegível não tomou 2ª dose de reforço da vacina contra a Covid-19 em Pernambuco
Ikamahã/Secretaria de Saúde do Recife
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Em Pernambuco, 76,6% da população elegível ainda não tomou a segunda dose de reforço da vacina contra a Covid-19. Ao todo, foram aplicadas 707.271 doses, até o domingo (10), de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES). Isso equivale a 23,4% do público que pode receber essa proteção.

Desde o dia 20 de junho, o estado autorizou a aplicação da segunda dose de reforço em pessoas acima de 40 anos. Também podem tomar a dose pessoas com a imunidade comprometida, os imunossuprimidos, e profissionais de saúde.

Os baixos índices preocupam as autoridades, isso porque a vacinação é a única forma comprovadamente eficaz para evitar casos graves e mortes por Covid-19.

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O médico Demétrius Montenegro, chefe do setor de infectologia do Hospital Universitário Oswaldo Cruz, no Centro do Recife, diz que o avanço da aplicação é o que tem ajudado para que os sintomas da doença se apresentem de forma mais leve entre a população.

"No início da pandemia, os sintomas eram basicamente respiratórios baixos, comprometimento pulmonar. As pessoas evoluindo com insuficiência respiratória, precisando ser intubadas, precisando de oxigênio suplementar. Hoje, a gente vê mais um quadro respiratório mais alto, com congestão nasal, muita coriza, muita dor na garganta. Algumas pessoas têm tosse irritativa, mas quando a gente faz um raio-x de tórax ou uma tomografia não tem um comprometimento pulmonar", explicou o infectologista.

 

No domingo (10), Pernambuco ultrapassou a marca de 1 milhão de casos de Covid-19, registrados desde março de 2020, início da pandemia. Para Demétrius Montenegro, diante de um aumento de casos, é importante reforçar a prevenção.

Especialmente com o uso de máscaras de proteção, mesmo que o governo do estado tenha desobrigado a medida em abril, com a exceção de serviços de saúde, escolas e o interior de veículos de transporte coletivo de passageiros.

"Neste momento, agora, que temos um aumento no número de casos, é muito importante a utilização das máscaras. Não negar os sintomas. Muita gente está negando os sintomas, dizendo que é apenas uma gripe. Não tem como você diferenciar uma gripe ou um resfriado comum da Covid. Os sintomas são exatamente os mesmos", disse o médico.

FONTE/CRÉDITOS: g1.globo.com/pe
Marcos Costa

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Marcos Costa

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