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Quinta-feira, 07 de Maio 2026

Justiça

Senador Ciro Nogueira é alvo da quinta fase da Operação Compliance Zero

Mandados da Polícia Federal são cumpridos em locais associados a investigados no Piauí, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal

Redação
Por Redação
Senador Ciro Nogueira é alvo da quinta fase da Operação Compliance Zero
© Paulo Pinto/ Agência Brasil
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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (7) a quinta fase da Operação Compliance Zero, que incluiu o cumprimento de um mandado de prisão temporária e dez de busca e apreensão. O senador Ciro Nogueira (PP-PI) figura entre os indivíduos sob investigação.

De acordo com informações da PF, as diligências, chanceladas pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram executadas em diferentes localidades nos estados do Piauí, São Paulo, Minas Gerais, além do Distrito Federal.

A decisão do STF também determinou o bloqueio de ativos, direitos e valores que totalizam R$ 18,85 milhões.

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O objetivo da ação desta quinta-feira é aprofundar as apurações sobre um complexo esquema envolvendo corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e delitos contra o Sistema Financeiro Nacional, conforme informações da PF.

Compliance Zero

Na quarta etapa da Operação Compliance Zero, realizada em 16 de abril deste ano, foram efetuadas prisões preventivas do ex-presidente do banco público do Distrito Federal, Paulo Henrique Costa, e do advogado Daniel Monteiro, apontado como o articulador jurídico-financeiro do esquema fraudulento idealizado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, que já se encontra detido desde o início de março.

Nas quatro fases iniciais da Compliance Zero, a Polícia Federal executou um total de 96 mandados de busca e apreensão em seis unidades da federação: Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. A pedido da PF e do Ministério Público (MP), a Justiça determinou o sequestro ou bloqueio de bens patrimoniais dos suspeitos, com um limite de até R$ 27,7 bilhões, e o afastamento dos investigados de eventuais funções públicas.

FONTE/CRÉDITOS: Redação Gazeta do RN
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