Gazeta do RN

Aguarde, carregando...

Quarta-feira, 22 de Abril 2026

Estado

Policial militar é condenado a 12 anos de prisão e perda de função por morte de filho de colega em Natal

Lucas Soares Costa tinha 18 anos estava com namorada e grupo de motociclistas, quando foi atingido por tiro de fuzil, em 2018.

Marcos Costa
Por Marcos Costa
Policial militar é condenado a 12 anos de prisão e perda de função por morte de filho de colega em Natal
G1/RN
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Após 12 horas de jugamento, um júri popular condenou o policial militar Altayr Barbosa da Cunha a 12 anos e seis meses de reclusão, em regime inicial fechado, e perda da função pública pelo homicídio de Lucas Soares Costa, de 18 anos, no bairro Dix-sept Rosado. O jovem era filho de um colega de farda do policial.

O crime aconteceu na noite de uma sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018. Lucas estava com a namorada e um grupo de aproximadamente 40 motoqueiros, dando voltas pela cidade, quando foi atingido por um disparo de fuzil.

De acordo com a Denúncia do Ministério Público, o caso aconteceu por volta das 20h40, no cruzamento das avenidas Coronel Estevão com Bernardo Vieira.

Publicidade

Lucas Soares havia se juntado a um grupo de motociclistas, que seguiam em direção à Praia do Meio, quando foram interceptados por uma viatura da Força Tática. O carro policial chegou a colidir com algumas das motos, derrubando Lucas e sua namorada.

O motociclista então subiu novamente na moto e passou a transitar lentamente na contramão, acompanhando a namorada que se deslocava a pé, pela calçada. Neste momento, Lucas foi atingido pelo tiro de fuzil, feito pelo policial. Ele foi levado ao hospital, mas não resistiu.

Na época, a Polícia Militar afirmou que alguns motociclistas estavam armados e chegaram a atirar contra a viatura, provocando reação da corporação.

A sessão do Tribunal do Júri aconteceu na quinta-feira (25) e foi presidida pela juíza Eliane Alves Marinho, da 1ª Vara Criminal de Natal. Após a condenação, o policial militar aguarda, em liberdade, o prazo de cinco dias que a defesa tem para ingressar com recurso contra a decisão do conselho de sentença.

Na sessão de júri, foram ouvidos dois declarantes e três testemunhas, além do acusado, que assumiu, em parte, a acusação feita pelo MP. A defesa do homem defendeu a tese de legítima defesa e a desclassificação do delito para homicídio culposo e homicídio simples.

O conselho de sentença, no entanto, decidiu que o réu praticou o crime de homicídio qualificado, em acolhimento à tese do Ministério Público.

FONTE/CRÉDITOS: g1.globo.com/rn
Comentários:
Marcos Costa

Publicado por:

Marcos Costa

Lorem Ipsum is simply dummy text of the printing and typesetting industry. Lorem Ipsum has been the industry's standard dummy text ever since the 1500s, when an unknown printer took a galley of type and scrambled it to make a type specimen book.

Saiba Mais

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR