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Sábado, 25 de Abril 2026

Política

Dino diz que PF passará a apurar casos de violência política de gênero

Intenção, segundo ministro da Justiça, é tratar como crimes federais casos de violência contra mulheres motivados pela atuação política das vítimas.

Matheus Oliveira
Por Matheus Oliveira
Dino diz que PF passará a apurar casos de violência política de gênero
G1
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O ministro da Justiça, Flávio Dino, disse nesta terça-feira (21) que determinou à Polícia Federal a abertura de um inquérito para investigar casos de violência política de gênero.

De acordo com Dino, casos como ameaças contra mulheres motivadas pela atuação política delas são atualmente tratados como crimes contra a honra, como calúnia, difamação e injúria.

Com a abertura do inquérito, apontou ele, a intenção é tratar esses casos também como crimes federais.

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“É claro que essas situações são configuradoras de crime contra a honra também, mas creio que é preciso tratar isso como de fato é. Ontem mesmo [segunda, 20], enviei diretor-geral da Polícia Federal [Andrei Rodrigues] a determinação de instauração de um inquérito na Polícia Federal para tratar os crimes de violência política de gênero como também crimes federais", declarou durante evento no Ministério da Justiça.

"Com isso, nós concentrarmos essa resposta para nós termos uma colaboração mais alta com as autoridades estaduais da Polícia Civil, do Ministério Público e do poder judiciário”, prosseguiu.

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Para justificar a decisão, Dino citou o caso de uma parlamentar, que não foi identificada por ele, e que recebeu mensagens pela internet atribuindo à atuação política dela a responsabilidade pelos ataques do crime organizado no Rio Grande do Norte.

Dino também relatou conversas com parlamentares mulheres nas últimas semanas apontando para a urgência de ação do governo contra a violência política de gênero.

“Nós acreditamos, portanto, que nós precisamos sempre estar à altura nas respostas diante da dimensão do desafio. E com isso nós estamos, na verdade, cuidando dessas mulheres que mencionei”, completou o ministro.

FONTE/CRÉDITOS: g1.globo.com/politica
Matheus Oliveira

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