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Segunda-feira, 20 de Abril 2026

Saúde

Taxa de mortes entre não vacinados é 240 vezes maior do que a de imunizados com dose de reforço no RN

Dado é de relatório de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte divulgado nesta sexta-feira (18).

Marcos Costa
Por Marcos Costa
Taxa de mortes entre não vacinados é 240 vezes maior do que a de imunizados com dose de reforço no RN
Ariel Dantas
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A taxa de morte por covid-19 entre pacientes não vacinados é 240 vezes maior que no caso dos pacientes que completaram o esquema vacinal e tomaram a dose de reforço contra a doença, no Rio Grande do Norte.

O resultado foi publicado em um relatório divulgado nesta sexta-feira (18) pelos pesquisadores do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (Lais) da UFRN.

Para chegar às taxas, os pesquisadores cruzaram dados de dois sistemas criados pelo laboratório e usados pelas autoridades de saúde no estado ao longo da pandemia: o RN Mais Vacina - utilizado na administração da vacinação - e o Regula RN - que administra os leitos da rede pública.

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"Foram observados os óbitos de pacientes que foram internados em leitos covid-19 SUS/RN no período de janeiro de 2021 a janeiro de 2022, considerando-se somente os óbitos após o início da imunização no RN", informou o relatório.

Os cálculos levaram em conta o número de mortes em cada grupo e a população que faz parte desses grupos.

Em janeiro, 95% dos internados no Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, não tinham a imunização completa contra a Covid-19.

Como resultado, os pesquisadores constaram que a taxa de morte por Covid-19 entre pacientes internados e não vacinados era de 693,36 a cada 100 mil habitantes, reduzia já no caso de pacientes com apenas uma ou duas doses e chegava a apenas 2,89 mortes a cada 100 mil habitantes no caso de pessoas que tomaram a dose de reforço.

Das mais de 3 mil mortes registradas ao longo de um ano, 2.183 foram de pessoas que não tomaram nenhuma dose de vacina. Já o número de pacientes que tomaram a dose de reforço e, ainda assim, morreram com a doença, foi de 30.

"A vacinação tem sido uma ferramenta de intervenção pública bastante efetiva e como demonstrado neste Relatório. Sem dúvida, a imunização completa com a dose de reforço são as condições que levam a maior efetividade para evitar formas graves da covid-19 e óbitos. Neste contexto, o estado deve se esforçar para ampliar rapidamente a cobertura vacinal, em relação à D2 e à dose de reforço", diz o relatório.

Os pesquisadores ainda sugeriram duas metas para a vacinação da população até a segunda quinzena de março: 85% com a D2 e 50% com a dose de reforço (D3).

"Ampliar a cobertura da D2 e da Dose de Reforço (D3) poderá contribuir para mitigar os possíveis efeitos da transmissibilidade depois do carnaval", consideraram.

No dia 16 de fevereiro de 2022, o RN conseguiu alcançar 90% de toda a sua população com pelo menos a primeira dose. Segundo os pesquisadores, é possível que, ainda no mês de fevereiro, o estado consiga chegar a 80% de toda a sua população com a segunda dose.

Veja o relatório completo aqui.

FONTE/CRÉDITOS: g1.globo.com/rn
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