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Quarta-feira, 29 de Abril 2026

Estado

Projeto de autonomia da gestão financeira da Uern será votado nesta Quinta (16) na Assembleia Legislativa

O cenário é favorável para aprovação da matéria de autoria do Governo do Estado.

Marcos Costa
Por Marcos Costa
Projeto de autonomia da gestão financeira da Uern será votado nesta Quinta (16) na Assembleia Legislativa
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O plenário da Assembleia Legislativa vota nesta quinta-feira, 16, o projeto de lei de autonomia da gestão financeira da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). O cenário é favorável para aprovação da matéria de autoria do Governo do Estado.

Havia um receio de o projeto não fosse pautado para o atual exercício, o que impediria a autonomia de ser implantada em 2022. Mas, um acordo do colegiado de líderes definiu limpar a pauta, devendo todas as matérias serem votadas pelos deputados até a última sessão de 2021.

A Uern é autônoma do ponto de vista acadêmico e administrativo, mas não financeiro. Por não ter esta autonomia, todos os processos financeiros são gerados pela Fundação Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (FUERN), entidade mantenedora da Uern, e encaminhados para o governo estadual.

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Com a autonomia financeira, o Governo do Estado fará o repasse pelo mesmo sistema aplicado aos demais poderes do Estado, o duodécimo, vinculado à arrecadação de impostos. Caberá à Universidade gerir os recursos, de acordo com a legislação em vigor, sob a supervisão dos conselhos da Fuern (Conselho Curador e Conselho Diretor).

De acordo com o projeto de lei, o orçamento anual da FUERN tomará por base a Receita Líquida de Impostos estabelecida pelo executivo estadual, por ocasião da elaboração de Lei Orçamentária Anual (LOA), sendo previstos 2,31% ou R$ 290 milhões para o exercício de 2022; 2,50% em 2023; 2,98% em 2024 e 3,08% no orçamento de 2025.

A partir daí, o percentual destinado para o exercício fiscal deverá ser renegociado entre a FUERN e o Governo do Estado, não podendo ser inferior ao utilizado no ano anterior.

A reitoria Cicília Maia afirma que o projeto foi discutido e elaborado com muito diálogo. “Nós começamos pedindo um percentual maior, mas também sabemos que o projeto de autonomia não pode se distanciar das condições financeiras do próprio Estado. Nós sabemos que o estado enfrenta uma calamidade financeira que ainda não passou”, avalia.

Cicília ainda afirma: “Posso dizer que é uma autonomia possível e que vai contemplar, sim, reparos na nossa infraestrutura, vai ter, sim, investimentos do ponto de vista de obras, do ponto de vista de infraestrutura tecnológica, infraestrutura predial e também a autonomia que nós defendemos desde o início. E aí estamos falando da aprovação dos planos de cargos, carreiras e salários dos nossos docentes e dos nossos técnicos. Os percentuais apresentados nesse projeto garantem tudo isso que nós estamos falando. Portanto, a autonomia que nós acreditamos é a que envolve também essa reposição salarial, que virá com aprovação dos nossos planos, devidamente prevista no projeto que foi encaminhado à Assembleia Legislativa.”

 

FONTE/CRÉDITOS: defato.com/home
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