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Segunda-feira, 27 de Abril 2026

Justiça

PMs e bombeiros do Rio Grande do Norte vão pedir equiparação salarial

A pedida dos militares é com relação a uma equiparação remuneratória entre policiais penais e civis.

Marcos Costa
Por Marcos Costa
PMs e bombeiros do Rio Grande do Norte vão pedir equiparação salarial
Tribuna do Norte
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Policiais e bombeiros militares do Rio Grande do Norte estão se mobilizando para iniciar tratativas com o Governo do Estado sobre reajuste salarial. A pedida dos militares é com relação a uma equiparação remuneratória entre policiais penais e civis. Há uma mobilização marcada em Mossoró e em Assu, neste sábado (05), e uma assembleia geral prevista para a próxima quinta-feira (10). 

“Essa recuperação financeira é dentro do que conversamos com o Governo em 2019. Tivemos negociação salarial e o norte das conversas era a redução das distorções financeiras e salariais entre a segurança pública. O que vimos foi que o Governo fez negociação com outras categorias e aumentou a diferença, tanto de salário inicial quanto do final”, explica o presidente da Associação dos Bombeiros Militares do Rio Grande do Norte, sargento Rodrigo Maribondo.

O reajuste do Governo do Estado foi dado em novembro de 2019, após longa negociação entre policiais e representantes do Executivo. À época, o aumento previsto era de 23%, sendo parcelado em seis vezes, de forma gradativa, até novembro de 2022.

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“Agora é um momento de negociações com o Governo, tendo em vista que tínhamos pactuado com o Estado, que quando eles deram o aumento no início do mandato, ficou certo que teríamos que, caso eles dessem aumento para outra categoria da segurança pública, voltaríamos à mesa para renegociar nosso reajuste. Até agora isso não aconteceu, não fomos chamados”, lembra a subtenente Márcia Carvalho, presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais Militares e Bombeiros Militares do Rio Grande do Norte (ASSPMBMRN).

No caso dos policiais militares, há outras pautas que serão discutidas com os profissionais da segurança pública nas próximas reuniões. Segundo a subtenente Márcia Carvalho, presidente da associação que representa sargentos e subtenentes, demandas como fardamento e a implementação do Sistema de Proteção Social também são outras pautas. Sobre paralisações e movimentos da categoria, Márcia Carvalho avalia que é “cedo” para se falar no tema.

“Nossas viaturas estão sucateadas, a parte de estrutura física dos quarteis também está, de forma geral. Temos a questão da junta médica itinerante que estamos solicitando junto ao Governo. Só temos em Natal e o pessoal do interior precisa vir até a capital”, acrescenta.

FONTE/CRÉDITOS: www.tribunadonorte.com.br
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