Duas das três câmaras frigoríficas do Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (Itep-RN) apresentaram problemas na segunda-feira (08) e deixaram de funcionar. A pane obrigou que o instituto trasferisse os corpos que estavam nessas câmaras para a única que ficou funcionando.
A movimentação de cadáveres aliada com o odor das próprias câmaras fez com que um odor muito forte se espalhasse pelo prédio. A situação agravou ainda o aparecimento de insetos.
Em nota, o Itep informou que já solucionou o problema do mau cheio e trabalha no conserto dos equipamentos.
Na segunda-feira (8) aconteceu um problema em duas das três câmaras frigoríficas do Itep. Diante disso, os corpos que estavam nessas câmaras foram colocados na que ficou funcionando.
Entretanto, essa movimentação dos corpos, aliado com o odor das próprias câmaras que estavam com problemas, causaram um cheiro muito forte.
Na quarta-feira (10), foi finalizada a limpeza das duas câmaras que estavam com problema e o odor que vinha sendo sentido foi solucionado, Os equipamentos devem entrar em funcionamento normal até sábado (13).
O Itep afirma que nenhum corpo ficou fora da câmara ou se decompondo no Itep.
O órgão informa ainda que a maioria dos corpos deixa o Itep no mesmo dia em que chega e que os que permanecem são de situações específicas, como os não identificados, os que permanecem para solução de crimes ou por decisão judicial. O prazo máximo para permanência de um corpo na câmara frigorífica, sem qualquer decisão judicial contrária, é de 30 dias, segundo portaria.
A solução definitiva desse problema se dará apenas com a mudança de prédio, já que o atual, por ser antigo, não apresenta estrutura ideal para alguns equipamentos.
