Um carro capotou depois de bater em um poste na manhã desta terça-feira (28), no bairro Petrópolis, na Zona leste de Natal. A condutora do veículo teve apenas arranhões.
O acidente aconteceu por volta das 9h. Uma mulher de 44 anos que dirigia o carro, modelo Uno, seguia com destino às praias da Zona Leste, quando perdeu o controle do veículo e bateu de frente em um poste na Rua Trairí, no bairro Petrópolis. Depois da colisão, o carro capotou.
O poste atingido pelo veículo é de telefonia e não houve falta de energia na região.
A condutora foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada ao Pronto-socorro Clóvis Sarinho, no Hospital Walfredo Gurgel, com ferimentos leves na cabeça.
O Corpo de Bombeiros foi acionado por causa do risco de incêndio, já que houve vazamento de combustível. A causa do acidente ainda é desconhecida.
Nesta terça-feira (29), a Prefeitura do Rio autorizou que grávidas que tomaram a vacina da AstraZeneca contra a Covid na primeira dose recebam a da Pfizer na segunda aplicação. É a primeira capital brasileira a adotar a combinação de imunizantes.
AstraZeneca suspensa para grávidas
A AstraZeneca foi suspensa para gestantes após recomendação da Anvisa, em 10 de maio, para investigação sobre uma possível “reação adversa” em uma gestante. Logo após suspender a vacinação, o estado informou que aquelas gestantes que tomaram a primeira dose e não tivessem apresentado reação, poderiam tomar a segunda, mas a orientação foi modificada.
Ainda naquele mês, o Ministério da Saúde passou a recomendar a vacinação de grávidas com comorbidades com a CoronaVac e a Pfizer.
No Rio Grande do Norte, através de uma nota técnica publicada no fim de maio, a Sesap recomendou a vacinação com os outros imunizantes para as grávidas em geral, mas apontou que as grávidas que já tinham tomado a primeira dose da Oxford deveriam esperar.
Estamos nos sentindo muito inseguras e abandonadas com essa decisão — Thais Araújo, gestante
A advogada Thais conta que não apresentou nenhuma reação à vacina de Oxford e tomaria a segunda dose do mesmo imunizante, se fosse oferecido para ela. Ela faz parte de um grupo de gestantes que tem se mobilizado nas redes sociais para buscar a aplicação da segunda dose dentro do prazo certo, seja da Oxford ou outra. "Nossa pauta não é escolha da vacina, mas a 2ª dose no prazo correto", diz.
Ela diz que, entre as gestantes, também há profissionais de saúde, que engravidaram após tomar a primeira dose e também estão se arriscando, porque continuam trabalhando, mesmo sem o esquema vacinal completo.
"No meu caso, o fato de ter hipertensão já é um risco. E a própria gestação hoje é um fator de risco para a Covid. Estamos nos sentindo muito inseguras muito abandonadas com essa decisão", diz.