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Terça-feira, 21 de Abril 2026

Justiça

Ex-estudante de medicina é condenado a 33 anos de prisão por estupros contra irmã e prima no PI; foragido há 1 ano

Após mais de um ano foragido, com mandado de prisão expedido, o estudante foi condenado mesmo sem ser localizado.

Matheus Oliveira
Por Matheus Oliveira
Ex-estudante de medicina é condenado a 33 anos de prisão por estupros contra irmã e prima no PI; foragido há 1 ano
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O ex-estudante de medicina, acusado de estupro de vulnerável contra uma irmã e uma prima, foi condenado a 33 anos e oito meses de prisão pelos crimes. Ele está foragido há mais de um ano e nunca foi localizado. Assim, ele foi julgado sem comparecer aos julgamentos, à revelia.

O g1 apurou que o jovem foi condenado pelos estupros contra a prima de 12 anos e a irmã de nove anos. Pelo estupro da irmã com então 3 anos, o réu foi absolvido.

A prima foi quem primeiro relatou os abusos sofridos quando visitava a casa da tia. Depois, as duas irmãs do acusado, com 9 e 3 anos, também falaram sobre o que o irmão paterno fazia quando estavam assistindo à televisão ou jogando videogame no quarto dele. Ele estudava medicina em uma faculdade em Manaus, depois das denúncias foi expulso do curso e fugiu.

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As mães das vítimas começaram a denunciar o caso em setembro do ano passado, quando ficaram sabendo dos abusos. Em mensagem à madrasta, o estudante chegou a confessar o crime e pediu perdão. Depois disso, ele não foi mais encontrado.

Processo nas alegações finais

A promotora Juliana Nolêto, da 47ª Promotoria de Justiça, informou que foram abertos três inquéritos policiais, um para cada vítima, no entanto, eles foram transformados em um único processo devido às provas e testemunhas serem as mesmas. Depois de ouvir testemunhas de defesa e acusação e reproduzir as provas, o processo chegou às alegações finais.

Promotora Juliana Nolêto, da 47ª Promotoria de Justiça do Piauí, que responde pela acusação do estudante. — Foto: Reprodução

Promotora Juliana Nolêto, da 47ª Promotoria de Justiça do Piauí, que responde pela acusação do estudante. — Foto: Reprodução

Para a promotora, o fato do réu estar foragido durante o processo prejudicou apenas ele mesmo.

“Na minha opinião [essa fuga] prejudica somente a ele, porque não alterou a linha de raciocínio do Ministério Público, os pedidos foram formulados. Ele perdeu a oportunidade de esclarecer os fatos. De repente, ele podia ter alguma informação importante para elucidar a defesa dele. Mas, não houve embaraço para justiça, o juiz decretou à revelia dele, o processo transcorreu normalmente, não houve extrapolamento de prazo, tudo transcorreu na regularidade, tanto que já está concluído", disse.

Ela completou: "É importante que ele seja localizado para o cumprimento da pena, caso ele seja condenado, porque ficará uma sentença que talvez não consiga ser executada. Ele precisa ser localizado", ressaltou.

FONTE/CRÉDITOS: g1.globo.com/pi
Matheus Oliveira

Publicado por:

Matheus Oliveira

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