Gazeta do RN

Aguarde, carregando...

Quinta-feira, 23 de Abril 2026

Mossoró

Estado firma acordo para concluir HRM até dezembro de 2022 em Mossoró

O aditivo de contrato da obra situada em Mossoró foi publicado no Diário Oficial do Estado.

Pedro Costa
Por Pedro Costa
Estado firma acordo para concluir HRM até dezembro de 2022 em Mossoró
Mossoró Hoje
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O aditivo de contrato da obra situada em Mossoró foi publicado no Diário Oficial do Estado. O prazo, de acordo com o governo do RN, é contado a partir da ordem de reinício da obra que será dada pela governadora Fátima Bezerra e pelo secretário de Gestão de Metas e Projetos e coordenador do Governo Cidadão, Fernando Mineiro, nesta sexta-feira (9), às 10h, em evento virtual.

O Hospital Regional da Mossoró, que teve início em 2014, será concluído até o final de 2022, conforme Termo de Ajuste de Gestão assinado pelo Governo do Estado com o Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Trata-se do mais importante investimento do Programa Governo Cidadão, que está investindo no Rio Grande do Norte 540 milhões de dólares emprestados pelo Banco Mundial, em vários seguimentos.

Publicidade

O coordenador dos trabalhos para os investimentos do Programa Governo Cidadão é o ex-deputado Estadual Fernando Mineiro, atual Secretário de Gestão de Projetos e Metas do Governo do Estado.

Fernando foi o entrevistado do MOSSORO HOJE NAS ONDAS DO RÁDIO, que vai ao ar de segunda a sexta, de 8 às 9h da manhã na Rádio Difusora de Mossoró-RN, com apresentação de Cezar Alves e Carla Albuquerque.

Mineiro explicou que o Banco Mundial, através do Governo Cidadão, está investindo em rodovias, saneamento, cultura, educação, saúde, entre outros grandes investimentos em território Potiguar.

Entre os investimentos, se destaca o Hospital Regional da Mulher, em Mossoró, projetado com cerca de 168 leitos para atende a um público que se aproxima de 1 milhão de habitantes de 70 cidades da região.

O desembolso é de R$ 104 milhões, sendo que metade para construir a estrutura física e a outra metade para comprar os equipamentos. Apesar de sua importância, o empreendimento ficou parado por anos.

“Ao assumir, em fevereiro de 2019, a Coordenadoria do Projeto Integrado de Desenvolvimento Sustentável do RN Governo Cidadão, constatei de imediato duas coisas: o valor estratégico desses investimentos para o povo potiguar e a incapacidade da gestão anterior para executar o plano de aplicação dos recursos no ritmo apropriado e com a qualidade estabelecida nos contratos e na legislação pertinente” relata o secretário.

Mineiro diz devido as pendências, abriu-se, então, uma corrida contra o tempo, para eliminar o descompasso entre o idealizado e o efetivamente realizado. “A tarefa exigiu trabalho duro e constante, fazendo o que, em linguagem popular, é o bom e velho “trocar os pneus com o carro em movimento” comenta o secretário, mostrando gráficos.

A lista de erros, omissões e problemas compõe um caso emblemático de como a gestão anterior tratou o Projeto Governo Cidadão. A estrutura física do hospital foi erguida dentro de uma lagoa seca, num terreno doado pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, “portanto suscetível a alagamentos. Não havia projeto executado de drenagem, assim como não havia sistema de coleta e tratamento de dejetos.

Outro problema grave relacionado a obra citado por Mineiro, é o projeto de refrigeração que, “para se ter uma ideia, o projeto de refrigeração não estava baseado na realidade de Mossoró e sim com a realidade da Capital Natal, o que inviabiliza toda a execução” explica.

Para resolver essas e outras pendências, a atual gestão montou uma operação de guerra, com força-tarefa de técnicos próprios do Banco Mundial, da Secretaria da Saúde Pública (Sesap), com acompanhamento permanente pelo Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado.

Além destes dois entrave, o cronograma da obra foi impactado pela pandemia do coronavírus, que dificultou providências.

O serviço está paralisado em agosto de 2019, quando já se encontrava com 27,87% as obras executadas, apesar de ter sido iniciado na gestão anterior, porém, com um projeto cheio de falhas.

O Governo do Estado contratou, por meio da Secretaria de Infraestrutura (SIN), uma empresa para realizar o levantamento de todos os quantitativos de serviços necessários para corrigir os erros do hospital, além dos novos preços com suas respectivas cotações.

A partir dessa análise, diversos projetos, como o de climatização, da subestação elétrica e do sistema de drenagem da obra foram reajustados. Em posse deste levantamento, o Banco Mundial disse não ter objeções à retomada da execução e autorizou os aditivos necessários à continuidade.

FONTE/CRÉDITOS: www.mossorohoje.com.br
Pedro Costa

Publicado por:

Pedro Costa

Repórter

Saiba Mais

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR