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Segunda-feira, 20 de Abril 2026

Saúde

Cirurgia abdominal se abre por falta de fio adequado para sutura, denuncia médico no RN

Segundo ele, faltam equipamentos, insumos básicos para cirurgias e sequer há divisórias entre os leitos das enfermarias para garantir a privacidade.

Marcos Costa
Por Marcos Costa
Cirurgia abdominal se abre por falta de fio adequado para sutura, denuncia médico no RN
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O médico Dr. Geraldo Ferreira, que preside o Sindicato dos Médicos do RN (Sinmed), denunciou, em postagem feita nas redes sociais, a situação caótica do Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró. Segundo ele, faltam equipamentos, insumos básicos para cirurgias e sequer há divisórias entre os leitos das enfermarias para garantir a privacidade dos pacientes.

De acordo Geraldo Ferreira, um cirurgião do hospital denunciou que uma cirurgia abdominal feita em um paciente da unidade abriu devido ao fio inadequado usado para realizar a sutura, em razão da falta do fio adequado para o procedimento.

“Havia problemas de abastecimento, os terceirizados da limpeza, maqueiros e nutrição estavam com salários atrasados e o programa de cirurgias eletivas do Estado estava encaminhando os pacientes de Mossoró para operar em pequenos municípios da região, numa inversão do que seria natural. Onde vamos parar?”, questionou o presidente do Sinmed.

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"Não é uma praça de guerra, é um dos hospitais de emergências do nosso Estado, o Hospital Tarcísio Maia, onde sem divisórias que os resguardem, os pacientes ficam espostos, sem um mínimo de privacidade e respeito à sua dignidade humana. É um retrato de hoje, 16 de outubro, que reflete as dificuldades da saúde pública do nosso Estado. Como representante de Entidade Médica, a cada visita de fiscalização que fazemos, recebemos das pessoas o pedido de que continuemos cobrando melhorias. Hoje no Tarcísio Maia o tomógrafo continuava quebrado, pacientes nos soresentaram exames que tiveram que pagar fora do hospital, um cirurgião nos denunciou que uma cirurgia abdominal abriu por usar fio inadequado, em razão da falta dos que precisava, havia problemas de abastecimento, os terceirizados da limpeza, maqueiros e nutrição edtavam com salários atrasados e o programa de cirurgias eletivas do Estado estava encaminhando os pacientes de Mossoró para operar em pequenos municípios da região, numa inversão do que seria natural. Onde vamos parar?" Postou o médico Geraldo Ferreira.

FONTE/CRÉDITOS: www.grandeponto.com.br
Marcos Costa

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Marcos Costa

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