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Segunda-feira, 04 de Maio 2026

Saúde

Cidade mineira de Ubá registra primeiro óbito por leptospirose após cheias

A enfermidade, que se propaga pelo contato com água ou lama contaminada por urina de roedores, teve seu primeiro caso fatal na cidade; conheça os sintomas

Redação
Por Redação
Cidade mineira de Ubá registra primeiro óbito por leptospirose após cheias
© Tânia Rego/Agência Brasil
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A Secretaria Municipal de Saúde de Ubá, cidade de Minas Gerais severamente impactada por intensas chuvas e inundações no final de fevereiro, comunicou nesta quarta-feira (11) o primeiro falecimento decorrente de leptospirose. A pessoa vitimada era uma mulher com idade estimada entre 30 e 35 anos.

Segundo informações da pasta, 41 ocorrências suspeitas da enfermidade foram reportadas na localidade e permanecem sob rigorosa investigação epidemiológica. As amostras coletadas foram encaminhadas para análise laboratorial na Fundação Ezequiel Dias, situada em Belo Horizonte.

Por meio de suas plataformas digitais, a secretaria reiterou que a leptospirose pode ser adquirida pelo contato direto com água ou lama que contenham urina de ratos, um cenário frequente após eventos de cheia. A recomendação primordial é que os cidadãos estejam vigilantes a estes sinais:

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  • Febre;
  • Cefaleia;
  • Dores musculares severas, especialmente nas panturrilhas;
  • Náuseas e vômitos.

Diante da manifestação desses sintomas, a orientação é buscar imediatamente uma unidade de saúde. "Em caso de piora do quadro, procure atendimento hospitalar sem demora. As equipes de saúde continuam acompanhando a situação e fortalecendo as medidas preventivas em toda a cidade", afirmou a secretaria.

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Impacto das chuvas em Minas Gerais

As intensas precipitações que assolaram a Zona da Mata Mineira no encerramento de fevereiro resultaram em 72 vítimas fatais, em decorrência de múltiplos deslizamentos de encostas, colapsos estruturais e inundações fluviais. Desse total, 65 óbitos foram contabilizados em Juiz de Fora e sete em Ubá, somando-se a milhares de habitantes que ficaram desalojados ou desabrigados.

FONTE/CRÉDITOS: Redação Gazeta do RN
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