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Quinta-feira, 12 de Março 2026

Estado

Varejo do RN cresce de 4,4% em junho, mas estado encerra semestre com pior resultado desde 2016

De janeiro a junho, estado acumulou perdas de 8,7% no varejo e 12,8% nos serviços

Eduardo Freitas
Por Eduardo Freitas
Varejo do RN cresce de 4,4% em junho, mas estado encerra semestre com pior resultado desde 2016
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O volume de vendas do comércio varejista do Rio Grande do Norte cresceu 4,4% no mês de junho em relação a maio deste ano, de acordo com dados da pesquisa mensal de comércios e serviços divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (13). Esse foi o segundo menor crescimento entre os estados do Nordeste, à frente apenas da Paraíba, que teve retração de 2,4%.

Com isso, o varejo potiguar fechou o primeiro semestre (janeiro a junho) com uma retração de 8,7% em relação ao mesmo período de 2019. Essa queda foi maior que a nacional, que chegou a - 3,1%. É o pior resultado para o estado desde 2016.

Em junho, especificamente, o crescimento potiguar (4,4%) foi menor que o do varejo brasileiro, que aumentou 8%, com destaque para os estados do Pará (39,1%), Amazonas (35,5%) e Ceará (29,3%). O mesmo tinha acontecido em maio, quando o estado aumentou 5,9%, enquanto o Brasil aumentava 14,4%.

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Quando comparado com junho de 2019, o estado registrou queda de 10,2% - a quinta maior entre os estados brasileiros. Enquanto isso, o país teve crescimento de 0,5%, após três meses de queda.

Comércio varejista ampliado
No RN, ainda de acordo com o IBGE, o volume de vendas do comércio varejista ampliado - que também engloba venda de veículos, peças e material de construção - registrou a terceira maior queda entre as unidades da federação, na comparação de junho de 2020 com o mesmo mês de 2019: - 8,9%. Somente Bahia (-12,6%) e Amapá (- 10,3%) tiveram desempenho negativo mais acentuado.

O Brasil teve uma variação negativa menor, de apenas -0,9%. Em relação a maio de 2020, houve um crescimento de 6,8%, também inferior ao crescimento do Brasil (12,6%) no período.

Setor de serviços também acumula perda
Nos primeiros seis meses do ano, o setor de serviços do Rio Grande do Norte acumulou perda de 12,8% em comparação com o mesmo período de 2019. No Brasil, a redução média entre as unidades da federação também foi de 8,3%.

O estado potiguar acumula, de janeiro a junho, uma das cinco maiores perdas acumuladas do setor de serviços. Apenas os estados, também da região Nordeste, Alagoas (-17,8%), Bahia (-16,5%) e Piauí (-16,4%) tiveram maiores perdas no período.

De acordo com o IBGE, a perda acumulada do volume de vendas de serviços, no primeiro semestre de 2020, foi a maior desde de 2012 e acentua a tendência de queda, que acontece desde 2015.

Em relação a junho de 2019, foi verificada diminuição do volume de serviços de 25,7%, a segunda maior queda entre os estados, menor somente que a de Alagoas (-33,1%). A média entre as unidades da federação também foi negativa: -12,1%.

O volume de serviços no Rio Grande do Norte, em junho, foi 2,7% maior que em maio; o Brasil, por sua vez, teve crescimento de 5%, o que, segundo o IBGE, mostra uma recuperação do setor de serviços potiguar abaixo do nível nacional.

 

FONTE/CRÉDITOS: G1/RN
Eduardo Freitas

Publicado por:

Eduardo Freitas

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