Gazeta do RN

Aguarde, carregando...

Quarta-feira, 22 de Abril 2026

Estado

Servidores da UFRN e Ufersa anunciam paralisação de 48 horas por acordo não cumprido

Mobilização cobra valorização profissional, reajuste salarial e defesa do serviço público nos dias 22 e 23 de maio

Neilla Souza
Por Neilla Souza
Servidores da UFRN e Ufersa anunciam paralisação de 48 horas por acordo não cumprido
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Servidores técnico-administrativos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) realizam uma paralisação de 48 horas, marcada para esta quinta e sexta-feira, dias 22 e 23 de maio. A decisão foi aprovada em assembleia do Sintest-RN, sindicato que representa a categoria, e tem como objetivo pressionar o Governo Federal a cumprir integralmente o acordo firmado durante a greve de 2024.

A categoria reivindica a recomposição salarial, valorização profissional e a efetivação de compromissos assumidos, como realização de concursos públicos e melhorias no plano de carreira. Segundo o Sintest-RN, o movimento também é uma forma de defender o serviço público como direito da população e denunciar o descumprimento do reajuste escalonado acordado: 4% em 2025 e 4% em 2026.

Durante os dois dias de paralisação, estão previstos atos públicos em Natal e Mossoró. Na quinta-feira (22), será realizado um ato às 9h na Reitoria da UFRN, com caminhada pelo Campus Universitário. Na sexta (23), a concentração será às 9h em frente ao Departamento de Odontologia da UFRN, na Avenida Salgado Filho, com caminhada até a Superintendência do Ministério da Gestão e Inovação (MGI).

Publicidade

Em Mossoró, os servidores da Ufersa farão uma ação solidária de doação de sangue durante os dois dias de paralisação. Os interessados devem se dirigir ao Hemocentro de Mossoró, informar a filiação ao sindicato e realizar a doação, reforçando o caráter social do movimento.

A paralisação ocorre em um contexto de frustração com o andamento das negociações. Os técnico-administrativos estiveram em greve entre maio e julho do ano passado, cobrando melhores condições de trabalho. Apesar do fim da greve e da assinatura de um acordo, a categoria afirma que as promessas ainda não foram totalmente cumpridas, o que motivou o novo protesto.

Neilla Souza

Publicado por:

Neilla Souza

Saiba Mais

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR