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Sábado, 25 de Abril 2026

Estado

Serviço de Inspeção Municipal apreende em Mossoró 740 quilos de carne de charque impróprias para consumo

A fiscalização apreendeu cerca de 740 quilos de carne que seriam utilizadas na fabricação do charque clandestino.

Pedro Costa
Por Pedro Costa
Serviço de Inspeção Municipal apreende em Mossoró 740 quilos de carne de charque impróprias para consumo
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O Serviço de Inspeção Municipal, órgão ligado a Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Rural, interditou na manhã desta segunda-feira, 15, uma charquearia clandestina após uma denúncia anônima.

O local funcionava em uma residência. A ação teve apoio da Guarda Civil Municipal (GCM). A fiscalização apreendeu cerca de 740 quilos de carne que seriam utilizadas na fabricação do charque clandestino.

Após receber a denúncia, uma equipe do SIM se deslocou até a fábrica clandestina localizada na zona urbana do município e fez a interdição do local. O material apreendido foi descartado no Aterro Sanitário Municipal. “Hoje pela manhã a equipe técnica da Secretaria, juntamente com a Guarda Civil Municipal, se dirigiu até o local para averiguação in loco da denúncia.

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Foi constatado a produção clandestina de carne de charque em condições higiênica e sanitárias inadequadas e o estabelecimento sem registro do órgão fiscalizador oficial”, disse a veterinária Allany Medeiros que salintou ainda que o produto não passou por nenhum tipo de fiscalização e que o local era bastante insalubre.

Allany Medeiros ressaltou ainda que a matéria-prima (carne) era colocada em contato com o chão e as prensas de utilização inadequadas feita com material não permitido pela legislação vigente. “Evitou que esse produto viesse a ser comercializado no mercado e colocando em risco a saúde e segurança alimentar das pessoas, que pudessem consumir aquele produto sem registro no órgão de fiscalização”, informou.

A veterinária salientou também que o produto estava sendo rotulado com nome de uma empresa com endereço em Natal entre outras irregularidades constatadas. “O produto estava sendo rotulado com endereço de uma empresa supostamente que funciona em Natal. Além dessas questões higiênico-sanitárias, não ter registro em órgão oficial, falta de responsável técnico tinha a questão da falsificação do produto com uso de rótulo de uma outra empresa que não está registrada aqui no nosso município, foram várias irregularidades constatadas que o serviço atuou de forma legal e impedindo a circulação desse produto no nosso mercado”.

FONTE/CRÉDITOS: www.fimdalinha.com.br
Pedro Costa

Publicado por:

Pedro Costa

Repórter

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