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Quinta-feira, 12 de Março 2026

Estado

Produção de carne de sol alia tradição e inovação em indústria genuinamente potiguar

Empresa localizada no município de Macaíba está produzindo duas toneladas por semana de carne de sol, mesmo durante pandemia.

Marcos Costa
Por Marcos Costa
Produção de carne de sol alia tradição e inovação em indústria genuinamente potiguar
Divulgação
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Um alimento valioso não só pelo gosto, mas pelo valor que tem na história do nordestino e principalmente do povo potiguar. A carne de sol é considerada um patrimônio cultural imaterial do Rio Grande do Norte, por lei sancionada em fevereiro deste ano. A iguaria está na mesa de muitas famílias pela facilidade de preparo e, claro, pelo sabor que combina com uma infinidade de pratos.

A nutricionista Aline Menezes, que atua na Alimenti, marca potiguar que produz e distribui carne do sol no estado, conta a importância deste item na alimentação. “A carne é uma importante fonte de proteínas de alto valor biológico, como ferro, magnésio e zinco; e vitaminas do complexo B, sendo esses nutrientes essenciais para o bom funcionamento do nosso organismo”, explica.

Sobre as precauções na quantidade do consumo, Aline diz que “a carne de sol é um produto semi-desidratado, obtido pela salga leve e discreta secagem de cortes cárneos de bovinos. Como resultado dessa técnica, o teor de sódio encontrado nesse alimento acaba sendo mais elevado comparado a outras carnes, e deve ser levado em consideração o controle do consumo por grupos de pessoas que fazem restrições a este nutriente na dieta”, diz.

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O processo de produção da carne de sol é seguro?
A nutricionista Aline Menezes detalha que é seguro sim, desde que sejam observadas todas as etapas: desde o animal até a mesa da população. “A técnica da produção da carne só estará assegurada se considerarmos desde a origem da matéria-prima, uma carne certificada e de boa procedência, até as condições higiênicas e sanitárias do local de produção. Assim como o andamento da cadeia de produção, como controle de temperatura, armazenamento e transporte até o consumidor final”, informa.

No Rio Grande do Norte, a M&M Indústria Alimentícia produz duas toneladas de carne de sol semanalmente, uma das poucas deste segmento que trabalha com este tipo de proteína. Mesmo em tempos de pandemia, a produção permaneceu para atender a demanda do mercado local, como afirma Maísa Silva, diretora comercial da empresa. “Por lidarmos com alimentos, os protocolos de segurança alimentar são estabelecidos na nossa rotina. Com esse cenário de pandemia, tomando todos os cuidados para garantir a saúde de todos os nossos colaboradores”, conta.

A proposta do produto carne de sol da Alimenti é manter a tradição do produto, mas garantindo a segurança alimentar com padrões modernos de qualidade. “Somos uma empresa genuinamente potiguar. Nossa indústria está na cidade de Macaíba e ocupa um espaço de três mil metros quadrados para produção de carne de sol e todo o processamento de proteína animal que desenvolvemos. Por lá, aliamos inovação, alto padrão de qualidade e controle de processo produtivo para garantir sempre um produto de qualidade na mesa do consumidor”, finaliza Maísa Silva.

FONTE/CRÉDITOS: Agora RN
Marcos Costa

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Marcos Costa

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