Gazeta do RN

Aguarde, carregando...

Sábado, 18 de Abril 2026

Polícia

Policial penal federal morre após ingerir comprimidos em hospital do RN

Servidor estava preso acusado de matar a companheira em Mossoró e faleceu após complicações clínicas.

Rállyson Nunes
Por Rállyson Nunes
Policial penal federal morre após ingerir comprimidos em hospital do RN
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O policial penal federal Rafael Gonçalves Barbosa, de 42 anos, faleceu na noite desta quinta-feira (25) no Hospital Alfredo Mesquita, em Macaíba, região metropolitana de Natal. Ele estava custodiado na Cadeia Pública de Ceará-Mirim e foi vítima de uma possível overdose de medicamentos. O caso ganhou repercussão em razão da gravidade do crime pelo qual respondia e das circunstâncias que envolveram sua morte.

Segundo informações apuradas, Rafael relatou, no dia 22 de setembro, ter ingerido de uma só vez vários comprimidos prescritos por um psiquiatra da própria unidade prisional. Apesar de ter recebido atendimento em dois hospitais diferentes ao longo da semana, seu quadro clínico apresentou piora progressiva, culminando no óbito registrado às 21h41.

O Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) foi acionado para realizar os procedimentos necessários e investigar oficialmente a causa da morte. Além disso, o advogado de defesa do custodiado foi comunicado para acompanhar os trâmites legais e dar prosseguimento às medidas jurídicas cabíveis.

Publicidade

Rafael Gonçalves estava preso desde o dia 29 de agosto de 2025. Ele havia sido autuado em flagrante após a morte da companheira, Maria Claudia de Medeiros Conforte, de 29 anos, natural de Brasília/DF. O crime aconteceu dentro de um condomínio no bairro Sumaré, em Mossoró, onde a vítima foi atingida por um disparo no peito. A jovem não resistiu e morreu ainda no local.

Em depoimento à Polícia Civil, o servidor alegou que o disparo teria ocorrido de forma acidental. Contudo, a gravidade da acusação levou à sua prisão imediata e ao acompanhamento do caso pela Justiça, enquanto ele permanecia sob custódia do Estado.

Com a morte de Rafael, o processo criminal deve ser encerrado em razão da extinção de punibilidade. Ainda assim, o episódio levanta debates sobre a assistência à saúde mental dentro do sistema prisional, principalmente em casos que envolvem servidores públicos acusados de crimes graves.

 
 
 
Comentários:
Rállyson Nunes

Publicado por:

Rállyson Nunes

Jornalista DRT 2233/RN, Apresentador de Rádio, Comentarista Político, Repórter de TV, Diretor de Empresa Jornalística, Tec. em Hospedagem de Sites, Sistemas e Rotas de DNS e Empresário.

Saiba Mais

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR