Aguarde, carregando...

Domingo, 10 de Maio 2026
Justiça

Moraes vota pela condenação de Eduardo Bolsonaro por difamação

O ex-parlamentar pode ser sentenciado a um ano de reclusão por ofensas à deputada Tábata Amaral. A defesa alega imunidade parlamentar para as declarações.

Redação
Por Redação
Moraes vota pela condenação de Eduardo Bolsonaro por difamação
© Lula Marques/ Agência Brasil
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O ministro Alexandre de Moraes, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu seu voto nesta sexta-feira (17) pela condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), acusado de difamar a deputada Tábata Amaral (PSB-SP).

Como relator da ação penal em curso, Moraes considerou que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro deve receber uma pena de um ano de reclusão em regime aberto. O processo está sendo analisado no plenário virtual da Suprema Corte.

A instauração do processo contra Eduardo Bolsonaro ocorreu em decorrência de uma publicação feita em suas plataformas digitais. Acompanhe as últimas notícias da Agência Brasil pelo WhatsApp

Publicidade

Em 2021, o então deputado havia afirmado que o projeto de lei proposto por Tábata Amaral, visando a distribuição gratuita de absorventes íntimos à população, supostamente serviria aos interesses comerciais de seu “mentor-patrocinador Jorge Paulo Lemann”, um dos acionistas de uma empresa do setor de higiene pessoal.

Em seu voto pela condenação, o ministro Moraes concluiu que houve, de fato, a configuração do crime de difamação contra a parlamentar.

“A forma como a divulgação foi executada pelo réu demonstra uma estratégia ardilosa, cujo propósito exclusivo era denegrir a honra da autora, tanto em sua atuação pública como agente política, quanto em sua esfera particular, considerando o vasto e conhecido poder de alcance e disseminação da internet”, declarou o ministro.

A sessão de votação eletrônica permanecerá ativa até 28 de abril. Ainda restam os votos de nove ministros para a conclusão do julgamento.

No decorrer do trâmite processual, a defesa de Eduardo Bolsonaro argumentou que as declarações proferidas estavam protegidas pela imunidade parlamentar.

O antigo parlamentar reside nos Estados Unidos desde o ano anterior e teve seu mandato cassado devido ao acúmulo de ausências nas sessões da Câmara dos Deputados.

FONTE/CRÉDITOS: Redação Gazeta do RN

Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR