Nesta terça-feira, 27 de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou um pronunciamento em alusão ao Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. A declaração, veiculada em uma rede social, sublinha a importância de rememorar as atrocidades que a humanidade é capaz de infligir a si mesma.
Lula também pontuou a relevância de não esquecer que o autoritarismo, a retórica de ódio e a discriminação étnica e religiosa serviram como pilares para a construção dessa imensa tragédia do século XX.
O extermínio perpetrado pelo regime nazista alemão durante a Segunda Guerra Mundial, entre os anos de 1939 e 1945, tirou a vida de milhões de indivíduos judeus e de diversas outras etnias, abrangendo ciganos, poloneses, homossexuais, pessoas com deficiência e comunistas.
No conteúdo de sua mensagem, o presidente recordou que, em 2004, durante um encontro com Israel Singer, representante do Congresso Judaico Mundial, ele subscreveu um pedido formal à Organização das Nações Unidas (ONU) visando à oficialização da data, que foi chancelado no ano subsequente. A seleção de 27 de janeiro como data comemorativa remete ao momento, em 1945, em que as barbaridades do campo de concentração de Auschwitz, na Alemanha, vieram à tona.
"É um dia dedicado à memória daqueles que pereceram e à expressão de solidariedade às incontáveis famílias desfeitas e ao sofrimento de uma nação inteira. Uma jornada para a defesa dos Direitos Humanos, da coexistência harmoniosa e das estruturas democráticas, pilares essenciais para o futuro mais equitativo que almejamos legar às vindouras gerações", declarou o chefe de Estado.

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