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Sábado, 17 de Janeiro 2026

Estado

ICMS sobe e deve encarecer gasolina diesel e gás de cozinha no RN em 2026

Reajuste começa a valer a partir de janeiro de 2026 e impacta consumidores em todo o Rio Grande do Norte.

Neilla Souza
Por Neilla Souza
ICMS sobe e deve encarecer gasolina diesel e gás de cozinha no RN em 2026
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O ano de 2026 iniciou com aumento no custo de vida para a população do Rio Grande do Norte, após a entrada em vigor dos novos valores do ICMS sobre combustíveis e gás de cozinha. O reajuste passou a valer já no primeiro dia do ano e deve ser sentido rapidamente pelos consumidores nas bombas de combustível e na compra do botijão de gás em todas as cidades do estado.

A mudança no imposto altera a forma de cobrança, que deixa de ser um percentual sobre o preço final e passa a ser feita por valores fixos. Com isso, a gasolina sofreu aumento por litro, assim como o diesel e o biodiesel, enquanto o gás de cozinha teve reajuste calculado por quilo, refletindo diretamente no valor final do botijão usado pelas famílias potiguares.

No caso da gasolina, o novo valor do ICMS representa um acréscimo que tende a pressionar o preço final ao consumidor, especialmente em um contexto de despesas elevadas no início do ano. O diesel, essencial para o transporte de cargas e passageiros, também teve aumento, o que pode gerar impactos indiretos sobre o custo de produtos e serviços em todo o Rio Grande do Norte.

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Já o gás de cozinha, item essencial para a maioria dos lares, teve reajuste que encarece o botijão de 13 quilos. Mesmo sendo um aumento considerado moderado individualmente, o impacto pesa no orçamento das famílias de menor renda, principalmente no interior do estado, onde o gás é indispensável para o preparo dos alimentos.

O aumento do ICMS ocorre de forma simultânea em todo o país, mas no Rio Grande do Norte os reflexos ganham atenção especial por causa do custo de vida e da dependência do transporte rodoviário. Comerciantes e consumidores acompanham com cautela os desdobramentos do reajuste ao longo dos primeiros meses de 2026.

A expectativa é que o impacto total do aumento seja percebido gradualmente, à medida que os novos valores forem repassados ao consumidor final. Enquanto isso, o tema segue no centro das discussões econômicas no estado, especialmente em relação aos efeitos sobre a inflação e o poder de compra da população potiguar.

 
 
 
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