A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, participou nesta terça-feira (30) do painel “O desafio de implementação de políticas públicas para as mulheres na relação interfederativa”, durante a 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (5ª CNPM), realizada em Brasília. O evento reúne representantes de todo o país e discute a coordenação entre União, estados e municípios na execução de ações voltadas ao público feminino.
Fátima Bezerra ressaltou que o diálogo entre os diferentes níveis de governo é fundamental para garantir a efetividade das políticas públicas para mulheres. “Dialogar e ouvir é o que garante que uma política pública nasça com assertividade. É estreitando este diálogo que poderemos avançar na implantação de políticas concretas e transformadoras”, afirmou a governadora.
A conferência contou com a participação da ministra Márcia Lopes e da prefeita de Juiz de Fora (MG), Margarida Salomão, além de lideranças feministas, gestores públicos e representantes de movimentos sociais. No RN, mulheres de diversas realidades, incluindo comunidades tradicionais, quilombolas, universidades e redes de enfrentamento à violência, apresentaram propostas que foram levadas ao debate nacional.
As prioridades do Rio Grande do Norte estão alinhadas aos cinco eixos estratégicos da conferência: autonomia das mulheres em todas as dimensões da vida, igualdade de gênero, respeito à diversidade, participação ativa das mulheres nas políticas públicas e transversalidade de gênero como princípio orientador.
Durante sua fala, a governadora também destacou o histórico pioneiro do estado na defesa dos direitos das mulheres e apresentou conquistas recentes de seu governo, como novas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher, Núcleo de Enfrentamento ao Feminicídio, Casa de Acolhimento Anatália de Melo Alves e a construção da Casa da Mulher Brasileira, em Natal.
Fátima Bezerra concluiu destacando que o objetivo da conferência é gerar propostas concretas que possibilitem a implantação de políticas públicas em todo o país, reforçando a importância da coragem, da unidade e da luta para garantir avanços na promoção da igualdade de gênero.

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