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Quinta-feira, 12 de Março 2026

Estado

Após colega ser espancado, motoristas de aplicativo fecham avenida de Natal em protesto por segurança

Manifestação é realizada na Avenida Salgado Filho, próximo ao Hospital Walfredo Gurgel, onde o motorista Jairo Gabriel está internado

Eduardo Freitas
Por Eduardo Freitas
Após colega ser espancado, motoristas de aplicativo fecham avenida de Natal em protesto por segurança
Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi
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Um protesto realizado por motoristas de aplicativo fechou duas faixas da Avenida Salgado Filho, em Natal, no início da tarde desta quinta-feira (13), e causou longo engarrafamento na região próxima ao IFRN e ao Midway Mall. A manifestação para cobrar mais segurança para a categoria acontece dois dias depois de o motorista Jairo Gabriel Santos, de 27 anos, ter sido assaltado e espancado por bandidos, na zona Norte da capital potiguar.

Jairo Gabriel está internado no Hospital Walfredo Gurgel, em estado crítico, de acordo com o boletim médico divulgado. Ele teve o carro levado em assalto realizado por três homens, durante uma corrida, na última terça-feira (11). O motorista teria reagido e foi agredido.

"Infelizmente, está muito complicado para a gente, motorista, sair de casa e conseguir o nosso 'ganha-pão' com essa questão da insegurança. Praticamente todos os dias, temos motoristas sendo assaltados. É uma situação muito complicada", falou Bebel Ramalho, motorista que participou do movimento. "A gente está suplicando mais uma vez ao poder público por segurança", completou.

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Jéssica Sena, representante da cooperativa de profissionais autônomos por aplicativo, destacou que a família de Jairo Gabriel se sentiu desamparada e que os colegas estiveram no protesto para prestar solidariedade e chamar atenção das autoridades para mais segurança.

Marluce Alves, mãe de Jairo Gabriel, conta que recebeu uma ligação de um policial dizendo que o filho estava muito machucado, internado no Walfredo Gurgel. "Quando cheguei ao hospital, ele se encontrava em coma, na UTI. Ele não fala, respira por aparelhos. Está muito grave a situação dele. Ele teve duas fraturas no crânio, uma perfuração que atingiu o pulmão dele. É uma crueldade muito grande", falou.

Ela lembra que o filho também é barman, mas que, sem emprego, fazia corridas por aplicativo há um ano. "Vim aqui para pedir segurança em favor desses pais de família que estão trabalhando, arriscando a vida pelo ganha-pão, pelo sustento. A gente não vê uma solução para esses pais de família, jovens trabalhadores. A gente quer pedir segurança, proteção, para as pessoas que trabalham em aplicativo, para que a gente possa ver as pessoas trabalharem mais tranquilas, em paz", concluiu.

FONTE/CRÉDITOS: G1/RN
Eduardo Freitas

Publicado por:

Eduardo Freitas

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