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Domingo, 08 de Março 2026

Estado

Ação solidária distribui mil cestas básicas e material de higiene em comunidades de Natal e interior do RN

Entregas foram feitas ao longo desta semana, na capital. Bairro Mãe Luiza, na Zona Leste, foi uma das comunidades contempladas.

Pedro Costa
Por Pedro Costa
Ação solidária distribui mil cestas básicas e material de higiene em comunidades de Natal e interior do RN
Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi
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Mais de mil kits com cestas básicas e material de higiene foram distribuídos em comunidades de Natal e cidades do interior do estado ao longo desta semana, segundo a ONG Avoante. A iniciativa da entidade em parceria com a Ação da Cidadania do Rio de Janeiro, vem atendendo famílias que se encontram em situação de fragilidade social e insegurança alimentar, agravadas pela pandemia.

Dona Tequinha, como é conhecida Francisca Pereira, foi uma das contempladas com as doações. Mantendo-se a partir de um pequeno comércio no bairro de Mãe Luíza, ela afirma que passou por dificuldades nos últimos meses. “Sofri bastante, meu comércio quase parou. Esses alimentos vão ajudar muito”, disse.

Os alimentos são distribuídos após um cadastro prévio com as famílias da comunidade. No caso do bairro da Zona Leste de Natal, a escola de surf filhos de Mãe Luíza deu apoio necessário para que os kits cheguem aos mais carentes. “O que motiva é sentir que uma pessoa pode ter o que comer mesmo nesse período tão difícil agravado com a pandemia”, disse Francisco Ventura, criador da ONG.

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Desde o surgimento do novo coronavírus no Rio Grande do Norte, foram distribuídas 2.650 cestas básicas e kit’s de higiene - um total de 40 toneladas de alimentos. A operação de recebimento e entrega das doações utiliza o menor número de pessoas possível, para evitar contaminação, segundo os organizadores.

“Essa remessa de mais mil cestas significa aproximadamente mais 12 toneladas de alimentos. Apesar de parecer muito, rapidamente é distribuída e deixa ainda muitas famílias em situação de necessidade. Por isso, cabe à sociedade civil, aos cidadãos que ainda estejam minimamente estruturados, social, psicológica e economicamente, serem empáticos e contribuírem, seja de que forma for, para mitigar a situação de quem está lutando para sobreviver”, diz Carlos Freire, diretor da ONG Avoante.

FONTE/CRÉDITOS: g1.globo.com/rn
Pedro Costa

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