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Quarta-feira, 11 de Março 2026

Economia

A permanência de Haddad no governo é atrelada a encontro de Lula com Trump

O aguardado encontro bilateral entre os presidentes está previsto para meados de março, mas ainda sem confirmação oficial.

Redação
Por Redação
A permanência de Haddad no governo é atrelada a encontro de Lula com Trump
© Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Nesta quarta-feira (25), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou que o momento de sua desocupação do posto está vinculado à potencial viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos Estados Unidos, onde ele se encontraria com o presidente americano, Donald Trump.

Durante uma conversa com a imprensa, Haddad revelou a intenção de dialogar com Lula nesta quinta-feira (26) para decidir sobre sua participação na delegação presidencial. A previsão é que o encontro entre os dois chefes de estado aconteça entre 15 e 20 de março, apesar da ausência de um comunicado oficial.

“Caso eu participe [da viagem], a data de minha saída será diferente; se eu não for, será outra”, afirmou o ministro na entrada do Ministério da Fazenda, após retornar da Índia e da Coreia do Sul, locais onde acompanhou o presidente Lula.

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Desde o término do ano anterior, Haddad tem sinalizado seu desejo de desocupar a pasta para dedicar-se à campanha de reeleição de Lula. Embora inicialmente considerasse sua saída já em fevereiro, a transição agora está projetada para ocorrer em meados de março.

Antes de sua partida, o ministro planeja finalizar análises sobre opções de custeio para a iniciativa de tarifa zero no sistema de transporte público, com previsão de apresentação até abril, além da finalização da regulamentação referente à tributação de criptoativos.

Sucessão

O principal candidato para assumir a liderança do Ministério da Fazenda é Dario Durigan, que atualmente ocupa o cargo de secretário-executivo da pasta. Se essa alteração se concretizar, Rogério Ceron, o secretário do Tesouro Nacional, passará a ocupar a posição de secretário-executivo.

Embora Haddad tenha negado publicamente a intenção de se candidatar nas eleições vindouras, há uma forte pressão interna no PT para que ele concorra ao governo de São Paulo ou a uma das duas cadeiras no Senado pelo estado. Contudo, o ministro reitera consistentemente que não deseja participar do próximo pleito eleitoral.

FONTE/CRÉDITOS: Redação Gazeta do RN
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